Estou ao lado da família do garoto Gabriel em apoio e com compaixão. Meu irmão morreu no clube da Francana há tempos. Tinha 39 anos e deixou 2 filhas. Tudo passa e também a morte de Gabriel, a exemplo da do meu irmão, será esquecida. Apenas a dor da família é interminável. Alguém precisa tomar atitude urgente contra piscinas sem salva-vidas. Como é possível que alguém saia para uma aula e volte morto? Penso que seja fácil gerir um clube sem gastos com guarda-vidas. E quem decide gerir assim não sabe sobre a dor que é perder alguém que tanto amamos. É falta de responsabilidade. Se a família de Gabriel precisar que eu dê um depoimento ao rádio ou jornal, estou à disposição. Isso não pode ficar assim. Que Deus os abençoe. Juntos evitaremos que outras famílias passem pelo que estamos passando.
Sirlene Soares
Franca - SP
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