O representante comercial Alex Carlone, 36, morreu ontem, por volta das 18h20, ao bater a moto que dirigia com violência contra um poste de iluminação na Avenida São Vicente. Alex, que estava na festa de confraternização da fábrica de palmilhas para a qual trabalhava, teria pego a moto de um colega sem avisar a ninguém. O acidente aconteceu minutos depois. O capacete que ele usava se partiu com a violência do impacto. Alex Carlone foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros, mas morreu a caminho da Santa Casa.
O acidente aconteceu perto do Clube dos Servidores Públicos Municipais, no Jardim Samel Woods. Alex transitava em uma moto CBX 250 preta, fazendo sentido Jardim Noêmia/Santa Rita. Numa pequena curva, próximo à estátua do Cristo Redentor, por motivos ainda a serem apurados, o representante perdeu o controle do veículo e bateu no poste. A moto foi arremessada a aproximadamente dez metros.
Fragmentos do capacete que Alex usava ficaram espalhados às margens do canteiro central da avenida, dando a dimensão da violência do impacto. “Dentro do capacete dele havia massa encefálica. O equipamento não evitou a pancada que foi fatal para ele. O impacto do capacete ficou marcado no poste”, disse o soldado Edilson, do Corpo de Bombeiros.
Testemunhas que passaram pelo local logo após a colisão ligaram para os bombeiros. O representante comercial chegou a ser socorrido pela Unidade de Resgate e levado para a Santa Casa, mas morreu a caminho do hospital. O acidente atraiu curiosos. A polícia teve que isolar parte da pista para que o local ficasse preservado até a chegada da Polícia Científica.
SUSTO
Alex estava em uma festa de confraternização em uma chácara organizada pela empresa da qual era representante autônomo.
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Segundo o dono da fábrica, Silvio Dorandi da Silva, o representante pegou a moto de seu filho e saiu sem avisar para onde ia. “Pelo que meu filho disse, ele pegou sem autorização. Eu não sei se ele foi buscar alguém.” Apesar de ter pego a moto do amigo, ele tinha experiência com este tipo de veículo. “Ele tinha uma moto, mas com menor cilindrada”, disse Silvio.
Alex, que morava no Parque do Horto, era casado e pai de dois filhos, um rapaz de 16 e uma menina de 12 anos. Ele será velado no salão São Vicente de Paulo e sepultado às 15 horas de hoje no Cemitério da Saudade, com trabalhos da Funerária Tedesco.
ACIDENTE NA PORTINARI
Um homem não identificado morreu atropelado, por volta de 23h15 de ontem, quando tentava atravessar a Rodovia Cândido Portinari, altura do km 406,4, em frente ao Posto Paineirão. Ele foi atingido por um Monza, com placas de Franca, que fazia o sentido Jd. Paineiras ao Jd. Guana-bara.
Segundo a Polícia Rodoviária, o homem, que não portava documentos, era branco e aparentava 55 anos.
Seu corpo seria necropsiado nesta madrugada e ficaria no aguardo de reconhecimento no IML (Instituto Médico Legal).
Colaborou Alexandre Ribeiro
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