DIG investiga pessoas próximas à vítima


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O delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Márcio Murari, que comanda as investigações sobre o assalto, diz que está analisando todas as probabilidades, mas que suspeita do envolvimento de alguma pessoa que soubesse dos passos do encarregado financeiro. “É um caso bastante suspeito, porque quem sabia que ele ia chegar com este dinheiro? Alguém tinha a informação. A gente está investigando a participação de uma pessoa próxima à vítima, que tenha passado a informação (aos bandidos)”. ESCUTA TELEFÔNICA A suspeita de participação de pessoas próximas remete ao caso do funcionário de uma fábrica de sapatos que passou informações para que assaltantes roubassem um empresa em novembro, tema de matéria publicada com exclusividade pelo Comércio no último dia 7. A participação do funcionário foi descoberta por escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e interceptadas pela Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes), que investigava uma quadrilha de tráfico de drogas. Nas escutas, os policiais descobriram que o funcionário indicava aos ladrões os melhores dias para que eles atuassem.

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