Quando o assunto é clubes, reduto de jovens e crianças em temporadas de férias, é preciso atenção para ver se existem profissionais nas piscinas para agir em alguma emergência. Um dos pontos apresentados como irregular no caso envolvendo o estudante Gabriel Antônio Posteraro Matias, 10, morto na quinta-feira após uma aula de natação, é a falta de um salva-vidas no local.
Gabriel se afogou após ter seu braço sugado pela bomba de filtragem existente no fundo da piscina em que praticava natação. Ao perceberem que Gabriel estava se afogando, usuários do clube entraram na piscina e tentaram retirar a criança da água sem sucesso. Gabriel só foi retirado após a chegada de membros do Corpo de Bombeiros e não conseguiu resistir, falecendo após dar entrada no Hospital Unimed São Joaquim.
A presença de salva-vidas é obrigatória por lei, o que não foi considerado no caso do Internacional, clube onde Gabriel estava na hora do acidente. Na ocasião, o gerente do clube, Luís Carlos Novato, disse que não estava no local na hora do afogamento para afirmar se havia um guarda-vidas, mas disse que o Internacional “sempre tem um funcionário” na piscina, sem especificar que tipo de profissional seria esse.
A lei estadual 2.846, de 1981, obriga a presença um salva-vidas para cada 300 metros quadrados onde há piscinas públicas em funcionamento. “Nossa orientação é se manter sempre em alerta, principalmente quando se trata de crianças”, disse soldado Edilson.
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*Ouça entrevista com o presidente do Clube Internacional, Antonio Flauzino, o "Tuniquinho", sobre a morte de Gabriel no Banco de Áudios do Blog GCN na Web - http://gcncomunica.wordpress.com/novidades/banco-de-audios/
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