O cuidado com as matas e os córregos deveria ser primordial, mas não é o que acontece. Isto pode ser observado se caminharmos nos córregos que dividem os Bairros Recanto Elimar I, II e III, Jardim Flórida e Prolongamento do Flórida. Há um assoreamento absurdo. O córrego está ‘morrendo’ com muita sujeita e raízes de árvores arrastadas pelas enchentes. O poder público deve ser mais criterioso na aprovação de loteamentos e a população mais atenciosa no modo de tratar as áreas verdes de nossa cidade. É triste caminhar por estas áreas verdes e ver muito lixo esparramado. Pessoas e até mesmo o poder público em suas intervenções, devastam aos poucos e destruem a mata ciliar. Temos que ter em mente que nosso futuro depende da preservação.
Elson Daniel Guilherme
São Paulo - SP
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Quando o prefeito fala que o francano é pessimista ele não está errado! O que realmente acontece é que o Comércio da Franca tem papel fundamental nessa mentalidade da comunidade francana. Usando da força que tem, consegue persuadir a população do modo que bem entende. Uma notícia como essa, de preocupação com o meio ambiente, deveria ser manchete e ter todo destaque, mas foi para um canto do jornal. Quando o assunto é ruim – como as demissões na Mariner –, estampa-se na capa do jornal, causando temor e apreensão na cidade. Desse modo, creio que o jornal devia mudar de mentalidade, dar ênfase às coisas boas da cidade e não se aproveitar das coisas ruins e trazer insegurança para o povo francano.
Lucas Eduardo David Benedito
Franca - SP
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NOTA DA REDAÇÃO — O leitor se confunde. A missão de um meio de comunicação é, tão somente, informar. Não existem notícias boas ou ruins. Existe a verdade e, falar a verdade é compromisso público do qual não abrimos mão. Ao contrário do que o leitor afirma, não trabalhamos para persuadir ninguém. A informação tem que ser pragmática: as demissões na Mariner aconteceram. A classificação francana entre 24 cidades que protegem o meio ambiente, também. A relevância jornalística entre estes assuntos fala por si só.
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