Uma das jóias da América Latina, sem dúvida, é Buenos Aires. A cidade que atrai milhões de turistas todos os anos por sua intensa atividade cultural e gastronômica foi o destino escolhido pela advogada francana Ana Paula Faleiros, 29. Acompanhada de sua amiga Carol, ela deixou São Paulo por alguns dias e se aventurou pelos encantos da capital argentina, entre 29 de setembro e 6 de outubro.
Ela conheceu todas as referências do lugar, como o Tango na Piazolla, a Plaza de Mayo, considerada o centro político da cidade, com prédios históricos como a Catedral, o Cabildo, a Casa Rosada (sede do governo) e o Museu Presidencial. Também passeou por diferentes bairros como Puerto Madero, com complexo de restaurantes e a balada Avia del Cuba, e Palermo, onde fica o famoso club Pacha.
Segundo a turista, que foi pela primeira vez ao País, o destino tem a sua cara. “Lá existem muitas cafeterias, entre elas o tradicional Café Tortoni. Gostei muito da cidade, é bem agradável, as pessoas se vestem bem e o clima é gostoso, com uma sensação de frio e um pouco de sol. A temperatura estava em torno de 16 graus”, disse.
Um dos endereços preferidos dela foi o bairro da Recoleta, onde conheceu o Cemitério em que Eva Perón está sepultada. No mesmo bairro, um dos mais chiques da chamada “Paris da América do Sul”, “tem uma praça bem gostosa de ficar”, feiras e um shopping center voltado para decoração, além de vários bares, cafés, restaurantes e lojas com as principais grifes da moda. “Não fiz muitas compras porque as coisas estavam caras por lá”, comenta. Outra coisa que Ana Paula apreciou muito foi o Caminito, ou La Boca -perto do Estádio do Boca Juniors-, um calçadão tomado por artistas e casas coloridas, os conventillos, em que viviam imigrantes italianos. A limpeza das ruas também impressionou Ana Paula.
A viagem da advogada, incluindo custos com vôo, city tour e hospedagem com café da manhã em hotel localizado no Centro da cidade, custou cerca de R$ 1,2 mil. Com táxi, ela gastava em média 40 pesos argentinos (cerca de R$ 30) por corrida.
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Como recomendação de segurança, ela deixa a necessidade de se andar atento pelas ruas do Centro, por conta da grande movimentação de pessoas. “O Centro é bastante parecido com São Paulo. Não tive contato com sinais de violências, mas todo mundo comentava. O dinheiro tem que ir sempre muito bem guardado”. Outra dica é ir um pouco afiado no espanhol. “Os argentinos não fazem muita questão de nos entender”.
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