Talvez fosse uma das saídas, mas não creio que seja (leia a entrevista de domingo com Zdenek Pracuch, em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=37594). Não é necessário flexibilizar as leis trabalhistas por causa da crise. Quando eu morava em Franca, o que mais via eram fábricas falindo, vendendo máquinas às escuras, lesando os funcionários e abrindo novas indústrias em nomes de parentes. Conheci gente que fez mais por seis vezes. E, o pior: compravam propriedades em Rifaina, carros novos, fazendas, casas na praia ou em represas. É sempre mais fácil tirar do empregado. Sempre pensam que é o empregado que tem que apertar o cinto. Franca paga pelo monopólio calçadista há anos; paga pelas várias fraudes com falências. É verdade que com a nova lei de falências não é mais tão fácil, mas os empresários têm que modificar o hábito de esbanjar como sempre fizeram.
Djalma Júnior
Camboriú - SC
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.