Com 30 funcionários e uma produção de 12 mil peças por mês, a Ahvaz Confecção buscou se especializar num determinado público para conseguir alcançar o sucesso. A fábrica começou pequena e hoje está prestes a se mudar para um barracão maior no Distrito Industrial para acomodar a produção de blusas, vestidos e calças femininas de tamanhos especiais. “Começamos pequenos, mas o fato de termos um público definido e de sermos diferentes nos ajudou a crescer”, disse José Roberto Marques, proprietário.
Processo semelhante ocorre na Miss Pink, que surgiu em 2005 e atualmente faz 600 peças por mês. “É uma empresa familiar que conseguiu conquistar um mercado regional ao se especializar num nicho”, disse Lilian Alves Ferreira, auxiliar administrativo. A Miss Pink também produz roupas para mulheres com manequim grande.
Para os trabalhadores do setor, a estabilidade das indústrias é o principal diferencial do setor. “Antes trabalhava como coladeira e ficava parada dois ou três meses, depois precisava fazer hora extra.
Isso não acontece na indústria de vestuário”, disse a auxiliar de produção Eliandra Paula de Andrade. Isabel Gonçalves, 39, supervisora de produção, diz que além de ser não ser vítima da rotatividade do emprego, consegue trabalhar com maior diversidade de modelos. “Tem novidade toda semana”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.