Vilões: Novas tecnologias e a falta de legislação específica


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Apesar de muita coisa ter sido feita no mundo todo contra a pornografia infantil e os abusos às crianças pela internet, a batalha continua, pois atualmente os criminosos estão se "escondendo" em "ciberesconderijos", assim que a tecnologia avança. Isso aconteceu em decorrência da diminuição do número de sites que ofereciam imagens e vídeos pornográficos após o cerco de alguns países. Por isso, os crimes migraram para locais da web mais difíceis de serem rastreados e para novas redes sociais, segundo especialistas. Recentemente, Brasil e Rússia endureceram as leis contra o abuso de crianças pela internet. Entretanto, aproximadamente 80 países ainda não têm leis específicas contra a pornografia infantil. No relatório anual de 2007, a organização Internet Watch Foundation (IWF), que monitora casos de pornografia infantil pela web, registrou um aumento de quatro vezes na divulgação de imagens sobre abuso de crianças na rede mundial entre 2003 e 2006. Além disso, o número de sites hospedados por empresas britânicas com imagens de abuso infantil, por exemplo, caiu para menos de 1% do total global, enquanto era de 20% uma década atrás. Por outro lado, os Estados Unidos contam ainda com 60% desse tipo de site, afirma a IWF. Um dos motivos principais seria a preocupação com a liberdade de expressão e o grande número de servidores de internet naquele país. Mesmo assim, é importante enfatizar que os dados da IWF não cobrem grupos novos de serviços, como Second Life, ou redes sociais, como Orkut e Facebook, nos quais os especialistas dizem, infelizmente, ver muita atividade ligada à pornografia infantil. MAIS Veja mais informações sobre o assunto e como denunciar abusos infantis no site "Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet" - http://www.censura.com.br/ CARTILHA Para baixar a cartilha com dicas para proteger seus filhos deste tipo de abuso pela internet, acesse o Blog GCN na Web - http://gcncomunica.wordpress.com

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