Morreu em 28 de novembro, aos 80 anos, vitimado por infarto do miocárdio, o conhecido político e ex-prefeito de Rifaina (SP), Mansur Elias Ticly. Segundo informações de sua família ele se sentiu mal em sua casa na madrugada do dia 28. Foi socorrido no Centro de Saúde de Rifaina e, menos de uma hora depois foi internado em regime de urgência no Hospital São Joaquim de Franca.
Foi a óbito às 10h30 do dia 28. “Algo totalmente inesperado e doloroso”, disse sua filha Luiza ao Comércio. “Papai não vinha demonstrando sinais de que estaria mal. Estivemos com ele no dia anterior e seu bom humor era o mesmo”.
Foi casado por 58 anos com Leila Jorge Ticly. O casal teve quatro filhos, todos cidadãos conhecidos: Calixto Ticly, médico do Hospital São Joaquim, que morreu em acidente automobilístico ano passado, casado com a médica Maria Terezinha; Mansur Júnior, médico, casado com a médica Ivonete, residentes em Lavras (MG); Luiza Maria, casada com Ivonir Fagundes Alves, ambos cirurgiões-dentistas; Hernany, advogado e ex-prefeito de Rifaina, casado com a professora Luciene. Dos casamentos do filhos nasceram dez netos: Maria Carolina, médica; Ana Luiza, Flávia, médica; Diogo, Laura, Ivonir Júnior (médico), Ricardo, cirurgião-dentista; Letícia, Sumaia e Suraia.
Mansur foi empreendedor desde pouca idade. Dirigiu empresas, teve cerâmica e olaria, trabalhou com agropecuária em fazenda que se tornou referencial na região. Teve sempre muita facilidade para fazer amizades e isso lhe garantiu duas gestões como prefeito de Rifaina, nas décadas de 70 e 80.
Dentre suas principais realizações estão a construção da conhecida prainha da cidade, o asfaltamento da maioria das ruas locais, a construção do prédio da Escola Estadual “Henriquetta Rivera” e uma reforma total da praça central de Rifaina, para a qual contratou paisagista em época que profissionais com este perfil só atuavam em grandes cidades.
Ainda segundo a família, duas obras são especialmente importantes na vida política do pai e avô: a implantação do segundo grau, hoje ensino médio, na Escola Estadual (os estudantes locais tinham que viajar antes dessa ação) e a instituição da cidade como pólo turístico regional em função da implantação da prainha e de ações que projetaram Rifaina como centro de lazer. “Sua visão de futuro e de modernidade fez diferença na vida da cidade e ele sempre foi reconhecido por isso”, disse Luiza.
O velório aconteceu no Poliesportivo “Nivaldo Viana”. O sepultamento foi realizado no jazigo da família, em Pedregulho, no dia 29.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.