Primeiro dia registra movimento tranqüilo


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MOVIMENTO TÍMIDO - Na tarde de ontem, primeiro dia de horário prolongado do setor comercial, movimentação de consumidores foi pequena no calçadão da Voluntários da Franca
MOVIMENTO TÍMIDO - Na tarde de ontem, primeiro dia de horário prolongado do setor comercial, movimentação de consumidores foi pequena no calçadão da Voluntários da Franca
O movimento foi tranqüilo ontem, no primeiro dia de funcionamento do comércio francano no horário especial de Natal. As lojas, que abriram às 9 horas e encerraram o expediente às 22 horas, receberam a visita de poucos clientes dispostos a fazer as suas compras. Lotadas, somente as sorveterias do Centro de Franca, por conta do calor registrado ontem. Luiz Fernando Migliati, gerente de uma loja de calçados instalada na Rua Major Claudiano, acredita que o aquecimento das vendas ocorrerá após o dia 10. “A partir desta data, as pessoas recebem os salários e saem para fazer as compras e o movimento cresce gradualmente até o Natal”. Na loja de bijuterias comandada por Élica Pessoni, a equipe de vendas foi reforçada por sete vendedoras temporárias. “Crise é uma palavra que não existe aqui. Tenho certeza que logo os clientes chegarão. Se for necessário, ainda faremos mais contratações”, afirmou, otimista. Na tarde de ontem, a empregada doméstica Maria Aparecida Ferreira aproveitou sua folga semanal para ir ao Centro pagar contas. Vitrines, olhou muitas, mas suas compras serão feitas somente na segunda quinzena de dezembro. “Estou usando meu 13º para quitar as dívidas e, com o que sobrar, vou comprar lembranças simples para a família”. Nas Avenidas Presidente Vargas e Brasil, outros importantes corredores comerciais da cidade, o maior movimento foi registrado por volta das 20 horas, na Praça das Bandeiras, onde a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) promoveu a chegada do Papai Noel (leia mais no texto de apoio). CRESCIMENTO MODESTO Em entrevista concedida à Rádio Difusora, João Cheade, presidente da Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca), demonstrou ter ambições modestas quanto ao crescimento no volume de negócios em relação a 2007. A razão seria a crise financeira internacional. “Esperávamos crescer cerca de 10% de um ano para o outro. Se em 2008 chegarmos a 2 ou 3% estará excelente, pois demonstrará que a crise não chegou na nossa cidade”. Cheade fez um pedido aos consumidores francanos, para que não saiam da cidade para fazer as suas compras. “A população precisa confiar e gastar em Franca, porque aqui temos tudo que é necessário”.

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