Dise combate o tráfico com cinco policiais


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A Dise conta com uma estrutura mínima. Um delegado e quatro investigadores formam a equipe de campo da especializada, metade da que tinha há um ano. Para chegar à prisão da quadrilha, foi necessário um trabalho exaustivo e de muita paciência dos policiais. Foram feitas dezenas de campanas e escutas telefônicas ao longo dos últimos dois meses. O monitoramento da quadrilha, segundo a polícia, ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital), incluiu dedicação quase que exclusiva dos agentes e do delegado. O total de horas de interceptação das ligações não foi revelado, mas as escutas foram realizadas inclusive nas horas de folga dos policiais. Com a prisão dos responsáveis pela distribuição de grande parte da droga em Franca, o trabalho, segundo a Dise, não terminou. Durante o inquérito, as conversas interceptadas terão que ser degravadas, transcritas e apresentadas à Justiça como provas. Além disso, a busca por mais dois membros do grupo, foragidos, terá continuidade.

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