Conheci o senhor Pracuch nos anos 70 quando ainda trabalhava na extinta Makerli, da família Kerlakhian. Ao longo da história tenho discordado de suas opiniões, em especial a que manifesta quando vê como uma das únicas saídas das crises francanas, a flexibilização das leis trabalhistas como forma de saídas das constantes crises que vivemos na cidade. No entanto, neste momento, tenho que concordar com ele quando à gravidade da crise internacional e que se avizinha de nós. Está certo quando fala da postura de omissão dos empresários da cidade. Infelizmente, esses ainda não compreenderam que precisam questionar o modelo de desenvolvimento e das atuais políticas econômicas de submissão ao grande capital e à lógica do mercado, sem restrições ao governo Lula. Por outro lado as entidades dos trabalhadores também devem assumir o papel e a tarefa de defender os empregos dos trabalhadores. Será que mesmo com as demissões que já começam a acontecer vamos acreditar que se não protestarmos o governo vai salvar empregos? Acordem lideranças. As eleições já passaram! Se não houver organização e reação mais um vez a conta da crise será jogada nas costas dos trabalhadores tão sofridos de nossa cidade.
Jorge Luiz Martins
Franca - SP
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.