Sidnei Rocha volta a chamar francanos de ‘pessimistas’


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NO BANCO DO POVO - O prefeito Sidnei Rocha discursa durante evento, ontem, ladeado, da esq. para a dir., por Joelso Morico (Banco do Povo); pelo secretário de Governo, Odair Tristão, e pelos gerentes bancários Ricardo César e W
NO BANCO DO POVO - O prefeito Sidnei Rocha discursa durante evento, ontem, ladeado, da esq. para a dir., por Joelso Morico (Banco do Povo); pelo secretário de Governo, Odair Tristão, e pelos gerentes bancários Ricardo César e W
O prefeito Sidnei Rocha (PSDB) retomou, ontem, um discurso feito por ele próprio há um ano e voltou a chamar o francano de pessimista. O tucano disse que a população deveria ser mais otimista e acreditar no potencial da cidade. “Todos gostam de falar em crise. Quando fecha uma fábrica, é uma festa. Franca não pode e não deveria ser uma cidade pessimista”. O comentário foi feito durante solenidade de liberação de financiamentos a pequenos empreendedores pelo Banco do Povo (leia mais no apoio). No dia 6 de novembro de 2007, Sidnei causou polêmica ao afirmar em seu programa de rádio, o Bom Dia Prefeito, de sua Rádio Hertz, que os francanos têm “doença coletiva ou frustração” por nunca estarem, segundo ele, satisfeitos com a situação da cidade, além de manifestarem “negativismo, insegurança e pessimismo”. Logo após vencer as eleições, com ampla aprovação popular, disse que a campanha que fez para melhorar a auto-estima da cidade havia dado resultados. Ontem, mudou o discurso e decidiu voltar a falar em pessimismo. Rocha fez o desabafo ao comentar as atividades do Banco do Povo de Franca, apontado como o de maior número de operações realizadas no Estado. Em dez anos, emprestou R$ 7,2 milhões para pequenos e microempresários e está com mais R$ 1,5 milhão disponíveis em caixa. “Franca tem a feia mania de achar que o bom é em Ribeirão. Não, o bom está aqui. Nós somos uma cidade específica, uma cidade industrial, diferente da outras”, afirmou. Na opinião do tucano, o Banco do Povo local é primeiro do Estado em operações porque a cidade tem vocação empreendedora para a abertura de novas empresas e de novos mercados. “Temos um grave defeito: a gente não sabe descobrir, nem divulgar aquilo que temos como vocação, que é o empreendedorismo, que é a coragem de montar empresas. Basta alguém lá em Brasília falar que está vindo a crise que o discurso aqui passa a ser o mesmo. Porque aqui só se fala em crise”. O prefeito afirmou ainda que atua há 44 anos no setor de comunicação e que sempre ouviu falar que a cidade iria “quebrar” por causa de alguma crise. Disse que, enquanto isto, Franca é uma das que mais crescem no Estado. “Não tem favelas. Temos um padrão de vida humilde, mas melhor do que muitas outras (cidades) que têm meia dúzia de ricos. A distância entre o rico e o pobre em Franca é muito menor do que nas outras cidades”. Sidnei Rocha, depois, insistiu em dizer que a mania do francano de valorizar os acontecimentos negativos em detrimento dos positivos é “cultural” e que ele continuará tentando mudar esta mentalidade. “Uma cidade agradável como Franca, que tem a nossa estrutura, não pode e não deveria ser uma cidade pessimista. Deveria ser orgulhosa de si, mas a gente vê o inverso”. Na finalização de seu discurso, Rocha disse estar alheio à repercussão que seu discurso causará e que o repetirá quantas vezes forem necessárias. “Vou encher a paciência de todo o mundo falando. E o pior é que tem mais quatro anos pela frente. Serão mais quatro anos falando isto”. E VOCÊ? Acredita que o povo francano é mesmo pessimista? Entre no Blog do GCN na Web - http://gcncomunica.wordpress.com e vote na enquete!

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