O capotamento de um Chevette na Rodovia Manoel Carrijo, que liga a Rodovia Cândido Portinari à Usina do Estreito, perto de Cristais Paulista, no fim da tarde de domingo, deixou um saldo de uma pessoa morta e outras três feridas. As vítimas retornavam de um passeio ao balneário Águas Quentes. A vendedora Taísa Cristina Rosa, 26, moradora no Bairro City Petrópolis, morreu minutos depois de ser socorrida pelos bombeiros. O motorista do veículo, sua namorada e uma outra amiga sofreram ferimentos generalizados.
O desastre ocorreu por volta das 18h30, no quilômetro 2 da vicinal. Segundo apurado pela Polícia Civil de Cristais, o motorista do Chevette, Robson Haber Canuto, 24, retornava para Franca após passar o dia no balneário, em companhia da namorada, a promotora de vendas Ana Claudia Abib, 32, e das amigas Carla Fagione Alves, 25, e Taísa. Robson, ao tentar fazer uma curva, perdeu o controle da direção do veículo, que capotou seguidas vezes, parando no acostamento do outro lado da pista.
Ana Claudia e Carla foram lançadas para fora do veículo e sofreram ferimentos generalizados. A primeira foi submetida a cirurgia na Santa Casa, onde está internada em observação. Ambas estão fora de perigo. Robson, também ferido sem gravidade, passa bem.
Taísa não teve a mesma sorte. Presa no banco traseiro do veículo, bateu com a cabeça, sofreu traumatismo craniano e morreu a caminho do hospital. “Quando chegamos no local, uma das moças estava dentro do Chevette. Bastante ferida, nós a levamos imediatamente, assim como as demais vítimas, para a Santa Casa. Depois ficamos sabendo que não resistiu aos ferimentos”, disse o sargento Cruz, do Corpo de Bombeiros.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. O investigador Antônio Matheus, da delegacia de Cristais, esteve no local e disse que somente o laudo da Polícia Científica definirá o que de fato ocorreu. “A perícia vai apontar o que aconteceu. No hospital eu conversei com o motorista, que informou preliminarmente que voltava das Águas Quentes perdeu o controle na curva”, disse o policial.
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Taísa Cristina trabalhava como vendedora de bijuterias, que ela mesmo fabricava, na Praça Dom Pedro, no Centro de Franca. Seu corpo foi sepultado na tarde de ontem, no Cemitério da Saudade, com trabalhos da Funerária Tedesco.
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