Mais uma vez o jornalista Edward de Souza acerta o alvo (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=36920). Realmente o Natal de há muito foi desvirtuado em seu espírito cristão. Em outros tempos era festa de familiares. Nas casas, presépios e árvores enfeitadas marcavam as crianças à espera do Papai Noel. Depois, tudo se banalizou. O Natal virou comércio. Presentes e mais presentes, a obrigação de comprar e presentear familiares, vizinhos, amigos, companheiros de trabalho. Uma loucura. Nenhuma oração, nenhum pensamento positivo exceto o consumo. Ninguém se lembra dos famintos, dos despossuídos, das crianças que ficam de olhos arregalados à espera do Papai Noel que não chega, que jamais chegará. Resultado: aumento da violência! O que não se pode ter é tomado à força. Possuir é preciso!
Guido Fidelis
São Paulo - SP
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Um dia, dois mil anos atras, um homem nos trouxe uma fórmula de bem viver. Nasceu em um estábulo e teve como berço uma manjedoura. Um símbolo de desprendimento e humildade. A humanidade deveria seguir seu rumo aproveitando o que foi ensinado, se aproximando do que seria o “Amar o próximo como a nós mesmos”. Se vivêssemos pelo menos parte disso o mundo não estaria passando fome. Gastar dinheiro com enfeites e pirotecnia para saudar autoridades ou em festas é idiotice. Com esses recursos se poderia alimentar desempregados, fazer casas populares ou abrigos decentes; construir creches, hospitais. Não sou contra a riqueza desde que sirva para o progresso do País. Um povo evoluído e clarividente sabe administrar com sabedoria seus recursos. A riqueza e os menos ricos podem conviver em harmonia. O orgulho burro e o preconceito são sim, coisas do mundo do faz de conta.
J. Morgado
Mongaguá - SP
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Passa anos anos e anos e nada muda nesta época de festas natalinas. Deveria ser, conforme escrevem o colunista, época de fraternidade, paz e alegria. Para alguns serão dias de fartura e para centenas, dias de tristeza, fome, frio. Concordo que este é um “mundo do faz-de-conta”. Os lojistas gastam grandes quantias de dinheiro com enfeites natalinos para atrair os consumidores e melhorarem o lucro, pois nesta data as pessoas se esquecem do próprio orçamento familiar e abusam de crediário e perigosos cartões de crédito. Entendi perfeitamente o que este colunista quis dizer. Concebeu um apelo particular à ganância dos poderosos para que se diminua pelo menos a fome no mundo!
Estevam César Figueiredo
Ituiutaba - MG
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