As eleições na Francana sempre foram recheadas de polêmicas e discussões. Este ano não foi diferente. A diretoria, comandada por José Servino Braga, conseguiu a reeleição após ver a chapa de oposição, liderada pelo empresário Cláudio Roberto da Silva, o Claudinho, não passar pelo crivo do Conselho Deliberativo. Em razão dele não ser sócio do clube, Gabriel de Oliveira, presidente do conselho esmeraldino, impugnou a chapa e definiu José Braga presidente por mais de dois anos.
Ontem, Braga reafirmou que seu projeto para o clube prevê uma verba de R$ 120 mil/mês. O dinheiro será usado para montar um time competitivo na Série A-3 e manter o trabalho nas categorias de base da Veterana. Mesmo assim, não revelou quem são estes parceiros. Braga declarou anteontem que só revelaria nomes após conversar com membros da oposição e tentar uma união de forças.
Só que o grupo de Claudinho, que tinha como trunfo parcerias com a Finta, empresa de material esportivo, e com o Santo André, que emprestaria seu time B, atualmente jogando a Copa Paulista, além de R$ 300 mil imediatamente obtidos junto a um grupo de empresários, não deseja a união.
Antes do pleito, Claudinho viu tal idéia - a proposta previa que ele seria o presidente - ser recusada. Após as eleições e já eleito para um novo mandato, é Braga e sua diretoria que tenta um acordo. Segundo o manda-chuva esmeraldino, uma reunião, marcada para hoje à noite, tratará do assunto.
Ao Comércio da Franca, Claudinho, foi categórico: "Não tem mais parceria".
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