Aliar economia, respeito ao meio ambiente e eficiência em um carro comercialmente viável não é fácil. Três exemplos foram mostrados em São Paulo. A Fiat veio a público com um Palio Weekend elétrico, fruto da união entre a empresa, a Itaipu Binacional, a KWO, da Suíça, e outras instituições de pesquisas. O carro é um experimento.
Tem motor que gera 20 cv e funciona com uma bateria de níquel instalada no fundo do porta-malas. Em trânsito não deve ser tão bom, pois a fábrica não divulgou os números de seu desempenho.
Mais experiente no assunto, a Toyota desembarcou com dois modelos: o Rin e o 1/X, apresentado no Salão de Tóquio, em 2007. Ambos são híbridos (gasolina e elétrico) e o primeiro valoriza ao extremo o bem-estar do motorista ao utilizar tecnologias para amenizar o estresse, como vidros que filtram raios ultravioleta.
Ele tem umidificador do oxigênio interno do carro. Já o 1/X pesa apenas 400 quilos. Com isto, ele utiliza um motor pequeno e emite menor quantidade de poluentes, mesmo funcionando com combustível fóssil. Os dois têm capacidade para quatro pessoas. Chamar a atenção foi fácil, mas vendê-los...
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