Atropelamentos de idosos também chamam a atenção


| Tempo de leitura: 1 min
O número de idosos mortos no trânsito tem chamado a atenção das autoridades de trânsito. Somente no perímetro urbano de Franca, foram 14 pessoas com idades acima de 60 anos que perderam a vida nos últimos 12 meses. O fator causador dos óbitos foram os atropelamentos. Todas as vítimas estavam a pé ou de bicicleta quando se acidentaram. Os últimos casos envolveram os aposentados Maria Machado Antônio, 88, e seu sobrinho, Alfeu Lourenço, 68. Eles foram atropelados e mortos em outubro, por um automóvel, na esquina da Avenida Brasil com a Rua Distrito Federal. Outro idoso, Osvaldo Taveira Cintra, 78, havia morrido no mesmo local em junho. Segundo o sargento Ranuzzi, da Polícia Militar, as dificuldades de locomoção que muitos idosos apresentam é fator que influencia diretamente para que eles sejam vítimas de acidentes de trânsito. “Eles iniciam a travessia e tendem a prosseguir, eles não páram, tentam atravessar. Outro motivo é que em muitos casos os idosos têm problemas de visão e nas pernas”, disse. A Prefeitura, após as últimas mortes, prometeu se mexer para evitar novos casos. Há pouco menos de um mês, o secretário de Governo, Odair Tristão, comprometeu-se a fazer uma campanha de prevenção, a idosos e motoristas, visando a diminuir o número de ocorrências do gênero. Outro tipo específico de acidente apontado pelo levantamento do Comércio é aquele em que morrem muitas pessoas. Em fevereiro, por exemplo, no primeiro dia de carnaval, cinco jovens, com idades entre 16 e 27 anos, morreram em um capotamento de um carro na Rodovia João Traficante, quando voltavam de um baile em Ibiraci (MG). Quatro deles eram primos. Outro caso marcante, do mesmo gênero, foi a batida entre um caminhão e uma Kombi, na “Curva da Morte”, no dia 28 de março, que ocasionou a morte de cinco pessoas.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários