A descoberta da venda de softwares piratas em Franca se deu após a prisão de DASC, 29, que usava documentos falsos, como RG e CPF, para comprar no setor comercial da cidade.
Junto à mulher, que usava o nome falso de Marta Maria de Oliveira Silva e dizia ter 35 anos - na verdade tem 30 - a polícia encontrou produtos comprados em duas redes varejistas de grande porte. No documento falso, com data de expedição de março de 2005, Marta seria natural de Maceió (AL). As fotos utilizadas tanto no documento falso como no verdadeiro são idênticas.
Junto às mercadorias apreendidas, a polícia encontrou notas fiscais preenchidas com o nome falso da mulher. “Quando foi detida, DASC portava consigo documento falso. Ela utilizava o nome de outra pessoa. Ela usou esses documentos falsos para adquirir televisores em duas lojas da cidade e as vítimas nem sabem ainda que foram lesadas”, disse o delegado Djalma Donizete Batista, do 1º DP (Distrito Policial).
As investigações foram, então, voltadas para a residência de DASC, onde o esquema de fabricação e venda de mídias piratas foi descoberto. Ainda de acordo com o depoimento de DACS, o documento falso teria sido comprado em São Paulo. Com a constatação do estelionato, a mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil, que a encaminhou para a Cadeia Feminina de Batatais, onde permanecia até o fechamento desta edição.
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