Professor se manifesta


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Sobre matérias publicadas pelo Comércio a respeito de vestuário de aluna (disponíveis para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=36673, http: //www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=36574, http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id =36573), gostaria de me manifestar como professor da Escola “João Marciano de Almeida”, onde atuo há 20 anos. Um dos ensinamentos que sempre tentamos oferecer aos alunos é que em todos os lugares devemos seguir normas e, na escola, não é diferente. Talvez a organização seja um dos motivos pelos quais nossa escola tenha uma grande lista de espera de alunos cujos pais os querem estudando nela, todos os anos. Aqui, desde o aluno ao mais simples funcionário e até a direção, todos cumprimos normas. Também é importante dizer que temos alunos de diferentes classes sociais, mas ninguém percebe isso pelas ‘roupas de marca’ que alguns usam e outros não. Aqui todos são tratados da mesma forma. Todas as vezes em que tentamos abrir exceções, grupos começaram a se destacar, como ‘os manos, as minas, as Patricinhas, os riquinhos e os pobrinhos’. Hoje não. Hoje só resta o grupo dos alunos da Escola “João Marciano”. Estudei nesta escola e hoje sou um dos funcionários mais antigos. Por isso é que me sinto no direito de representar o grupo de professores para convidar a todos aqueles que queiram conhecer nossa escola, para que vejam que nela os maiores objetivos são o aprendizado e a formação moral dos nossos alunos. Euclides Marques Franca - SP

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