Precisão feminina


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O conjunto arco e flecha ficou conhecido no Brasil como a principal arma de guerra indígena. Atualmente, o tiro com arco é praticado principalmente por homens, mas algumas mulheres começam a entrar neste universo masculinizado. Em Franca são disputados campeonatos de Arco e Flecha há dois anos. Nos primeiros torneios apenas uma mulher, Maitê Regione, de Ribeirão Preto participava. A expectativa para a próxima competição, no dia 6 de dezembro, é contar com mais três na briga pelo título. Uma das ``caras novas`` deverá ser Gisele Alves Alonso. Ela começou a treinar há pouco mais de um mês e já pensa na competição. ``Me apaixonei pelo esporte. É bom demais e espero poder participar do meu primeiro torneio no próximo mês``, contou Gisele. A nova arqueira não vê vantagem masculina na prática do esporte. ``As mulheres conseguem ter o mesmo desempenho que os homens``, afirmou. ``A única desvantagem é que eles têm mais força para atirar com arcos de muita pressão``, completou a competidora. Fabiana Gomes Silva e Juliana Alves Alonso também treinam o esporte. Nesta modalidade, as mulheres costumam competir na categoria de arco recurvo, pois o arco composto necessita de maior força física para efetuar o disparo da flecha. Mesmo assim, o charme compensa tudo.

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