De indignar...


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Será que os pedestres também terão que constituir defensor para ter seus direitos preservados? Já a mais de mês estou ouvindo sobre a questão das mesas nas calçadas, mas não estou vendo ação de fato. Minha mãe tem 70 anos, mora no Centro da cidade e tem de passar pela Rua Major Claudiano entre as Ruas Saldanha Marinho e Nuno Alberto todos os dias para fazer suas compras diárias de pão, leite e remédios. Na Rua Major Claudiano, esquinas com a Alcindo Conrado e Simão Caleiro, a situação é catastrófica. Existe um bar do lado da Unesp que não tem calçada afastada e coloca suas mesas para fora perto das 16 horas, impossibilitando a passagem de pedestres. Há um mês, minha mãe tropeçou em uma cadeira e caiu, indo parar na rua, por pouco não batendo a cabeça na guia. Se machucou muito, inclusive o rosto, que bateu no asfalto. O dono do bar viu tudo mas não adiantou nada. As mesas continuam lá do mesmo jeito. Talvez seja melhor o pedestre transitar pela rua, competindo com os carros que descem em alta velocidade... Esta terra me causa muita indignação... Isabel Cristina Polo Rodrigues Franca - SP

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