As súplicas da família do adolescente foram reafirmadas ontem ao Conselho Tutelar. Diante do caso, o órgão prometeu ajudar. O conselheiro tutelar Lucas Verzola disse que, como o jovem não manifesta o desejo da internação, a solução para o problema é ainda mais complicada. "Não podemos obrigá-lo e fazer a internação à força. O adolescente precisa querer".
Verzola disse que oferecerá à família ajuda do Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) para um trabalho psicológico com o menor. "Ofereceremos o trabalho da rede municipal que tentará convencer o adolescente a se internar".
A assistente social do Mosaico (instituição que atende menores com problemas sociais) Ana Paula Ribeiro disse que já acompanha o menino há pelo menos um mês e esgotará todas as possibilidades dentro e fora de Franca para interná-lo. "Estamos fazendo um trabalho de aproximação com orientações. Queremos encontrar um tratamento específico para ele e tudo isso leva tempo. A família é ansiosa, mas estamos tentando".
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