Venda volta à tona


| Tempo de leitura: 1 min
Alguém me corrija se eu estiver errado, por favor. Ao que me parece, um clube, seja ele de futebol, basquete, vôlei ou de qualquer outro esporte, depende de dinheiro para sobreviver. Deve ser uma empresa, portanto. E, se é, tem também que gerar lucro. Não tenho real conhecimento do que acontece na Francana, portanto me reservo apenas ao direito de comentar, evitando ao máximo realizar fortes críticas. Nunca consegui entender por que uma prefeitura, que tem por obrigação investir em projetos sociais, tenha que buscar brechas no orçamento para salvar clubes, seja a Francana ou eventualmente, o Franca Basquete, como já aconteceu no passado. Será que grandes clubes como Palmeiras, São Paulo, Corínthians recebem da prefeitura dinheiro para sobreviverem e terem sucesso? Não vejo os clubes francanos – que, por sinal, utilizam de estádios e ginásios da prefeitura –, realizarem ações agressivas na mídia, utilizando suas marcas, fazendo campanhas buscando rendas adicionais e alternativas (marketing esportivo) e em quaisquer outras atividades que possam fazer diferença em suas contas. Outro ponto que entendo como extremamente necessário a que aconteça é a mudança de nossas próprias cabeças. Temos que deixar o saudosismo de lado. Há quanto tempo a Francana amarga dívidas e não se desfaz do patrimônio para quitá-lo, escorando-se sempre no saudosismo? O que seria mais saudável para a Francana, como empresa: ter uma dívida eterna e uma sede própria ou ter uma estrutura enxuta, sem dívidas, com sede cedida pela Prefeitura de Franca, como citei, verdadeira mãe para os clubes francanos? Márcio H. Ranhel Cândido Franca - SP

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários