Vice-diretora diz que proibição é regra


| Tempo de leitura: 1 min
Rosângela Bovo de Paula, vice-diretora da Escola Estadual "Dr. João Marciano de Almeida", nega que a aluna BLN tenha sofrido qualquer tipo de humilhação na escola e que tenha sido impedida de assistir aula. Ela explicou que a exigência do uso da calça cumprida é estabelecida nas regras da escola e decidida em reunião com os pais. "Acontece do aluno não vir de uniforme, mas não impedimos ele de assistir à aula. Temos três camisetas e uma calça reserva que emprestamos. Segunda-feira, infelizmente, a calça que eu tinha não servia para a aluna e precisamos chamar os pais". A vice-diretora alega que não pode autorizar o uso de outras roupas por "segurança dos alunos". "A diretora abriu precedente e autorizou o uso de bermuda, por exemplo. As meninas começaram a diminuir o tamanho. Já os meninos começaram a vir de bermudão. Temos um problema sério na porta das escolas de pessoas que são desocupadas que usam este tipo de bermudões". A regra estabelecida e aceita pelos pais é que os alunos usem calça escura (preta, jeans, marrom ou azul marinho, não pode ser colorida) e a camiseta da escola. Ontem à noite, a diretora que responde pelo "João Marciano", que se identificou apenas como Selma, disse desconhecer a reclamação. Ela não quis dar entrevista formal, mas afirmou que a escola não proíbe o uso de calça pescador. A diretora vai apurar o caso.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários