Dono de um espetinho na Avenida José da Silva, Noede Araújo, o “Nonô”, está liderando o movimento dos comerciantes em busca de uma alternativa para continuarem explorando os espaços públicos. Não saiu nada satisfeito do encontro com o promotor. “Ele colocou uma faca em nosso pescoço e não nos deu alternativas. Se é irregular, tinha que tirar todo mundo. Por que quem pagar R$ 2 mil pode ficar?”.
O comerciante disse que não tem condições de pagar a quantia e que vai acionar a Justiça. Ronílson Martins da Cunha, o “Alemão”, dono de uma barraca de lanche no Parque Universitário, é outro que reclamou. “A Prefeitura deixou a gente lá há 14 anos. Por que tenho que sair em cinco dias? Poderíamos ficar até o fim do ano até regularizar nossa situação”.
O advogado Denílson Carvalho sugeriu três caminhos para os comerciantes: assinar o termo com o Ministério Público, pedir aos vereadores para criar uma lei para disciplinar o serviço ou ingressar na Justiça. Pelo menos 30 pessoas o procuraram para mover uma ação. “Devemos ingressar com uma liminar para que os comerciantes possam continuar trabalhando”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.