Walison dos Santos Seixas, o “Esquadrão”, morava no Jardim Aeroporto. Nos últimos meses, procurado pela Justiça, passou a viver, segundo a polícia, na casa de amigos e parentes. De acordo com o delegado Wanir José da Silveira, estava morando fora do Estado. “Nos recebemos informações que ele passou uma temporada no Mato Grosso do Sul, na casa de pessoas ligadas ao crime. Esquadrão era tido como um criminoso perigoso. Ele é ligado a uma facção criminosa e participou da morte do ‘Batóia’, bandido executado a tiros em julho deste ano”, disse Silveira.
Walison, segundo a polícia, teria organizado o bando que invadiu a casa do ex-presidiário Marco Antônio Macedo, o “Batóia”. A quadrilha liderada por “Esquadrão” teria levado o rapaz para Estrada do “Paiolzinho” e lá o executado com vários tiros. “Batóia” teria sido morto porque estaria organizando uma facção criminosa rival a de “Esquadrão”.
Parte da quadrilha foi presa numa operação da Polícia Civil em agosto. Todos tiveram suas prisões preventivas decretadas. “Na ocasião fomos na casa dele, no Jardim Aeroporto, mas ele havia fugido. Do bando que participou da execução prendemos quatro.
‘Esquadrão’ e mais dois comparsas estavam foragidos”, disse Wanir.
Além de ser acusado nos crimes de homicídio e formação de quadrilha, Walison Seixas tem passagens por furto, receptação e porte de entorpecentes. Ele também estava sendo investigado em assaltos a fazendas e cooperativas de cafeicultores nas regiões de Ibiraci e Cássia (MG).
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