José Carlos Granzotti disse no final da tarde de ontem que não havia sido informado sobre o resultado da investigação pelo Ministério Público. “Não tenho opinião formada porque não recebi nada. Vou procurar meu advogado e ele deve me orientar neste caso”.
Granzotti havia confirmado, na primeira audiência na Promotoria, que fez a transmissão de dados à Receita Federal por meio do seu computador de trabalho na Câmara, mas negou ter usado qualquer outro equipamento, como cartucho, papel ou disquete, para uso pessoal.
Questionado se continuaria sustentando esse depoimento, disparou: “Não é que estou sustentando, é o que ocorreu”.
O servidor disse, ainda, que não tem idéia de quantas foram as transmissões de dados feitas neste ano e que não ganhou pelo serviço. “Foram algumas, mas não faço contagem. Aliás não faço para pessoas estranhas, só para quem conheço: parentes, amigos que trabalham comigo na Câmara. Nunca obtive nenhum ganho financeiro nesse negócio”.
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