Médico legista encontra fraturas no tórax e nas costelas da vítima


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Enquanto Sebastião Pereira Berbel era levado por uma ambulância da Defesa Civil para o Hospital Unimed, onde morreu antes mesmo de receber atendimento médico, a Polícia Militar era chamada pelos moradores do bairro. A filha do motorista e seu namorado, que seriam os pivôs da confusão, foram detidos e apresentados no Plantão Policial. No local, um atribuía a culpa pelo ocorrido ao outro. “Ela falava que era culpa do rapaz. Já o rapaz, bastante transtornado, dizia que era dele”, disse o soldado Cardoso, da Polícia Militar. Já passava da meia-noite e a Polícia Civil ainda não tinha a verdadeira causa da morte de Berbel, tanto que a ocorrência foi registrada como morte suspeita e o acusado das agressões foi liberado. Somente na manhã de ontem o corpo do motorista foi necropsiado, em que ficou constatado pelo médico legista José Carlos Inácio que a vítima apresentava trauma no tórax, contusão hemorrágica pulmonar bilateral, fratura nas costelas e insuficiência respiratória. O boletim de ocorrência elaborado pela PM, no registro dos fatos, configura DARF como autor de um homicídio. O delegado de plantão, Sebastião Piccinato, não quis atender à reportagem do Comércio e não liberou as informações contidas no boletim elaborado na unidade policial.

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