Você já imaginou pensar em um inglês sem seu indefectível guarda-chuva? No tempo de “São Paulo da garoa”, esse utilitário era largamente usado. Eu mesmo tive um de tamanho pequeno. Era comum vermos crianças usarem os minis. Eu o esqueci em algum lugar. Lembro-me que levei uma grande bronca de meus pais. Os guardachuveiros sentavam-se às nossas portas com suas parafernálias de ferramentas e consertavam com maestria aqueles protetores de intempéries. Saudade. Faço um lembrete: quando o jornal publicar uma dessas crônicas saudosistas deverá dar como brinde um lenço! (Leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=36112 a crônica de Edward de Souza que motivou o comentário do leitor)
J. MORGADO
Mongaguá - SP
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