Um homem de 72 anos morreu atropelado por um Fiat Uno, no início da manhã de ontem, na Rodovia Cândido Portinari. A vítima foi tentar atravessar a via quando foi colhida pelo automóvel. Segundo o condutor do carro, o homem estava no meio da pista e ele não teve como evitar a colisão. A polícia identificou a vítima como sendo José Rodrigues, mas não conseguiu saber onde o ciclista morava. No documento que portava, consta que ele nasceu na cidade de Rifaina.
O acidente aconteceu por volta das 5h45, no quilômetro 382 da Rodovia Cândido Portinari, perto do Clube de Campo. O motorista do carro AMF, 66, morador na Vila Aparecida, fazia sentido Franca a Batatais, quando atropelou José Rodrigues. “O motorista disse que a vítima estava no meio da pista. Ainda estava escuro e, segundo ele, não teve como evitar o atropelamento. O carro ficou bastante danificado”, disse o sargento Braga, da Polícia Rodoviária.
A Polícia Civil disse que, minutos antes, o homem estava de bicicleta, pois a mesma foi encontrada a 50 metros de distância do local do acidente. “Ele pode ter deixado a bicicleta às margens da rodovia para tentar pegar algo do outro lado da pista. É comum andarilhos pegar latinhas ou procurá-las às margens, correndo risco de serem atropelados. A vítima morreu na hora. Vamos aguardar o laudo da perícia para investigar como tudo aconteceu”, disse o investigador Giora, da delegacia de Restinga, que vai instaurar inquérito.
Uma viatura do Corpo de Bombeiros esteve no local, mas nada pode ser feito em relação ao socorro da vítima que, devido à gravidade dos ferimentos, morreu na hora. “Ele sofreu politraumatismo e outros machucados graves. Nada pôde ser feito. Quando chegamos, ele já estava morto”, disse o sargento Cruz, do Corpo de Bombeiros.
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SEM COMPLETA IDENTIFICAÇÃO
A polícia acredita que José Rodrigues era andarilho. Na carteira da vítima, os policiais encontraram apenas seu RG. “Não é uma pessoa conhecida. Pode ser um andarilho. Ele não tinha dinheiro. Só levava na carteira um documento”, disse Giora. O corpo do homem foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) onde aguarda reconhecimento de algum familiar.
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