A Casa São Camilo de Lelis, no bairro São Luís II, que faz atendimento de doentes convalescentes, não pode receber novos pacientes, como o senhor Juarez Lemos de Oliveira. A instituição está no limite de sua capacidade de atendimento e tem uma fila de espera com 12 pessoas. A demora, segundo a coordenação da casa, é incalculável.
Com 30 pacientes em tratamento, a coordenadora Elenir Rodrigues Ciintra Malta diz não ter condições para abrir mais vagas. A falta de espaço físico é o maior empecilho para a entidade que presta atendimento de segunda a sexta-feira. Nos fins de semana, o doente ou idoso fica com a família. “Gostaríamos de poder atender todo mundo, mas não podemos. Fazemos uma ficha e a pessoa precisa esperar até que seja aberta uma vaga por meio de uma alta, um falecimento ou desistência, por isso não temos como precisar um prazo”, disse Elenir.
A coordenadora confirmou a procura da família Oliveira, mas não pôde oferecer o atendimento. “Orientei para que procurassem outra instituição e emprestamos um carrinho para banho. Por enquanto é o que podemos fazer”.
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