Mosaico e Judiciário não se manifestam


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De acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), criado há 18 anos, a liberdade assistida é adotada “sempre que se afigurar a medida mais adequada para fim de acompanhar, auxiliar e orientar o adolescente”. Com isso, uma pessoa capacitada fica responsável por acompanhar o caso do adolescente, com a responsabilidade de promovê-lo socialmente, supervisionar a presença do jovem na escola, assim como orientar o menor infrator em sua profissionalização e promover sua inserção no mercado de trabalho. A reportagem procurou o Mosaico (Programa de Atendimento às Medidas Sócio-Educativas em Meio Aberto) para entender como funciona o atendimento aos adolescentes, inclusive aos dois menores envolvidos no homicídio de Leandro Braz Domingos. Foi solicitado o envio de um e-mail com questionamentos sobre qual o número de adolescentes atendidos, como funciona o projeto e qual a freqüência com que os adolescentes vão até a sede do programa. Pessoalmente, ninguém se pronunciou. Até o fechamento da edição, o e-mail com a resposta não havia chegado. A reportagem também entrou em contato com a Vara da Infância e Juventude. Mais uma vez foi pedido o envio de um e-mail, solicitando entrevista com o juiz José Rodrigues Arimatéia. O e-mail, assim como no caso do Mosaico, não foi respondido até o fim da noite de ontem.

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