Após passar por obras de desassoreamento do seu leito, a represa existente dentro do Clube Castelinho foi parcialmente preenchida e, na última semana, começou a ser repovoada. Foram soltos 15 mil peixes no local, entre adultos e alevinos.
As espécies utilizadas no repovoamento da represa são matrinxã, pacu, piau, corimba, carpa, tambacu e tilápia. De acordo com Clóvis Alberto de Castro, diretor do Castelinho, a pesca deverá ser liberada aos associados em uma semana. “Como os peixes que compramos são de cativeiro, eles ainda estão se adaptando ao novo hábitat em que foram instalados”.
Funcionários do clube trabalham agora na revitalização da vegetação do entorno do lago, que foi praticamente destruída durante o período em que foi feito o desassoreamento.
A segunda fase das obras, que consumirá aproximadamente R$ 750 mil e consiste na construção de extravasores e um dissipador (amortecedor) de água, ainda não tem data para começar. “A resposta oficial que tivemos da Prefeitura é que eles ainda estão tentando levantar a verba para dar continuidade ao projeto”, disse o diretor.
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