“Agregar mais informações”


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Sou engenheiro cartógrafo e por coincidência passava o final de semana na casa de meus pais em Franca quando esse Comércio publicou matéria sobre o GPS (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php? id=35705). Gostaria de fazer algumas considerações. Primeiro, parabenizar. Atualmente este tema está em ascensão, logo é importante explorá-lo com profundidade. Muitas pessoas ainda desconhecem o funcionamento do GPS – que pela comunidade científica é denominado GNSS (Global Navigation Satellite System) –, pois abrange não somente o americano GPS como também o russo GLONASS. Futuramente, acoplará também o europeu GALILEO, além de outras técnicas de posicionamento. Quero agregar mais informações ao texto. Em primeiro lugar, atualmente não existem 24 satélites em órbita e sim, 32. O projeto inicial era para 24 , porém o lançamento de outros e a não desativação de alguns acabou resultando neste número maior. E o uso civil não foi autorizado só a partir de 2000. O sistema se tornou totalmente operacional e disponível para os usuários em 1995, porém a precisão das coordenadas que se tinha era da ordem de 100 a 150 metros. Isso era devido à uma técnica imposta propositadamente pelo Departamento de Defesa, que fazia com que a qualidade do posicionamento não chegasse a detalhes menores. Em maior de 2000 essa “trava” foi desativada e o GPS passou a ser utilizado com mais freqüência. Por fim, a última consideração e sobre o equipamento emitir sinal. Não emite. Apenas recebe os sinais dos satélites. Espero ter colaborado. Gabriel do Nascimento Guimarães São Paulo SP

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