A Polícia Civil de Pedregulho ouviu ontem G.A.L, 20, suspeito de ter assassinado o motorista Renato Simão, morto e queimado no último dia três. Ele confessou o crime e disse que agiu sozinho e por questões passionais. Sua prisão foi decretada pela Justiça na sexta-feira, 17. Renato foi visto no carro de G.A.L - onde foram encontradas manchas de sangue - no dia do crime.
De acordo com o delegado de Pedregulho, Fábio Branquinho, o depoimento de G.A.L ajudaria a confirmar alguns pontos que divergem. Informações não oficiais dão conta de que os dois haviam se desentendido dias antes do assassinato e G.A.L teria ameaçado o motorista.
Uma manifestação foi realizada por familiares e amigos de Renato - revoltados com a forma cruel que ele foi assassinado - no sábado, dia 18, na porta da delegacia de Pedregulho. Um novo protesto estava marcado para o dia seguinte, mas foi cancelado.
O corpo de Renato foi encontrado carbonizado, na tarde do dia três, no quilômetro oito da Rodovia Antônio Giolo. Simão foi morto com requintes de crueldade. Peritos encontraram marcas de duas facadas em seu pescoço - que provavelmente o mataram - e o corpo queimado. A polícia acredita que o criminoso tenha usado gasolina para atear fogo.
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