Lembranças e emoções


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A crônica é uma das melhores já publicadas por você. Recordei, com saudade, dos velhos circos que visitaram Franca. Ali, no terreno citado por você, vi com viva emoção o mágico Thiany tirar o relógio de uma pessoa sentada a meu lado, mas, sem ninguém perceber. Até hoje não sei como fez aquilo. Deu uma passada de mão na cabeça do cara e depois, já no palco, mostrou o relógio e perguntou se o relógio era dele. Fato inusitado. Esta é uma fantasia que acompanha este seu amigo por toda a vida. Entrava no Circo Mágico Thiany e em outros também pagando ingresso adquirido com dinheiro que ganhava vendendo verduras e frutas com meus irmãos, pelas ruas de terra batida da nossa querida Estação. Tempos bons aqueles... Walter Peres Chimello Franca - SP ***** Seu artigo sobre circos de antigamente fez meus pais chorarem de emoção. Desde pequena os ouço contarem histórias sobre os circos que circulavam antigamente pelas cidades do interior do País. Quando comecei a ler seu artigo, os chamei e foi uma emoção só. A cada parágrafo me interrompiam e ilustravam ainda mais a descrição que você fazia do espetáculo que um circo levava às cidades. Foi então que descobri o que ainda não sabia. Meu pai, sob o olhar cúmplice de minha mãe, revelou que foi num circo, na cidade de São José do Rio Preto, que a conheceu, acredite! A todo momento interrompiam a leitura para contar detalhes do circo em que, pela primeira vez, se encontraram graças aos detalhes estimulantes de seu artigo. Vi, nos olhos deles uma intensa emoção e lhe agradeço por isso. Sou jovem ainda, curso o quarto ano de Medicina em Santo André (SP). Nunca tive a oportunidade de assistir a um espetáculo de circo, mas agora, lendo seu artigo e ouvindo as velhas histórias de meus pais, me vi como se estivesse sob a lona de um deles. Obrigada por esse momento de alegria! Liliana Diniz Santo André - SP ***** Estimado amigo Edward. Li seu artigo sobre circos e senti um misto de saudade e melancolia. Eu não conheci o cotidiano de Franca, mas vivi o cotidiano da minha pequena Acari, no Rio Grande do Norte. Para minha tristeza, a maldita droga também por lá chegou, ficou e está destruindo famílias. Contudo, não podemos perder a esperança. Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) Deputado federal - Brasília - SP

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