Romildo Garcia Vilar, 50, proprietário do ferro-velho, trabalha no ramo desde a infância, há 43 anos. Sua empresa está instalada no Aeroporto III há 15 anos. Hoje 35 funcionários trabalham nelas.
Romildo, que mora ao lado do depósito, atendeu o Comércio enquanto conversava com clientes, que não paravam de chegar para vender os materiais. Caminhões entram e saem a todo momento. O proprietário permitiu que o espaço fosse visitado pelos jornalistas e fotografado à vontade. Ele afirmou que permanecerá no bairro. “Sempre mexemos com isso e sempre tivemos reclamações. Comprei esse terreno, montei uma balança aqui e gastei mais ou menos R$ 100 mil. Fica difícil sair”.
Quanto à sujeira e presença de roedores e insetos, Romildo minimiza o problema. “Eu trabalho aqui e moro aqui. Rato e barata tem em qualquer lugar, certo?”. Sobre a cobertura do local, Romildo disse que até pensa em cobrir, mas, como é inspecionado de 15 em 15 dias pelos órgãos de saúde para controle da dengue, fica mais tranqüilo.
“A Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) e Vigilância Sanitária vêm, colocam veneno, olham o que está errado”.
Por intermédio da reportagem, deixou um recado aos vizinhos: “A gente quer trabalhar e, se Deus quiser, vai trabalhar”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.