Morreu no dia 29 de setembro aos 86 anos, o comerciante Irineu de Oliveira Teixeira, vitimado por uma pneumonia que evoluiu para septicemia. Ele esteve internado por sete dias na unidade de terapia intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Franca.
Foi casado por 56 anos com Dolores Fernandes de Oliveira. Tiveram quatro filhos (Irineu, casado com Kéka; Luís, casado com Aparecida; Lázara, casada com José Américo Taveira e Chiquinho, casado com Taís); 3 netos (Rogério, casado com Conceição, Sérgio, André e Ygor), 5 bisnetos (Thales, Douglas, Jonathan, Lívia e Gabriela) e 4 enteados, Breno, Bárbara, Lívia e Lucas.
Irineu conduziu vários bares e restaurantes nas diversas etapas de sua vida. Ficaram muito conhecidos os pontos comerciais que estabeleceu. Bom cozinheiro, preparava feijoadas aos finais de semana e, durante anos, teve clientela fiel. Era também sorveteiro. Trabalhou por muitos anos naquela que se considerava a sorveteria referencial da Franca de outros tempos, a Colegial, estabelecida onde hoje está a sede do Banco do Brasil, à Rua Major Claudiano.
Segundo seu filho Chiquinho, que conversou com o Comércio, “toda a vida meu pai foi saudado pelas receitas dos sorvetes da Colegial, que desenvolvia mas não contava a ninguém os segredos”. Atuou também em serviços de buffet de casamentos e eventos sociais e públicos. Aposentou-se por idade.
Calmo, brincalhão, dedicou-se nos últimos anos de sua vida a estar perto dos netos e bisnetos. Em algumas ocasiões, junto aos filhos, programava e saía para pescarias que “ficaram na história”, conta Chiquinho. “Papai era uma agradável companhia, capaz de fazer de qualquer ambiente cenário de alegria e bom riso. Foi um cidadão prestante apesar de sua vida simples. Jamais deixou sofrer quem estivesse a seu lado”.
O corpo foi velado no São Vicente de Paulo e sepultado, dia 29, no Cemitério da Saudade. No domingo, dia 5, aconteceu missa por intenção de sua alma na Igreja de Nossa Senhora Aparecida, Capelinha.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.