Jovens entrevistados pelo Comércio da Franca disseram estar mais otimistas com a implementação da nova lei, sobretudo por conta das garantias que foram asseguradas, entre elas as férias com remuneração proporcional e a bolsa-auxílio.
A estudante Bruna Santim, 21 anos, que está no terceiro ano de Jornalismo da Unifran e faz estágio na rádio da universidade desde março, está satisfeita com a nova lei. “Sou muito a favor, porque os estagiários têm que ter férias mesmo”, comentou.
Jorge Bilenky, 23, estudante do terceiro ano de Administração do Uni-Facef e estagiário de um laboratório farmacêutico há 11 meses, também aprovou a atualização da lei. “Para quem está iniciando agora creio que é um projeto legal, principalmente por conta da garantia de remuneração e férias remuneradas”, comentou.
Ele, que trabalha das 8 às 16 horas todos os dias, com duas horas de almoço, defende, no entanto, que os estudantes também devem fazer sua parte, buscando se destacar e apresentar resultados no local em que trabalham. “O colaborador tem que ter comprometimento com a empresa. O estagiário tem que ir atrás. Não encaro meu trabalho somente como um estágio. Tenho minhas responsabilidades e obrigações”, disse.
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