Renato Simão foi visto pela última vez por amigos e parentes durante a madrugada de ontem, na região Central de Pedregulho. Testemunhas informaram de maneira informal ao Comércio, que ele esteve na lanchonete Zero Grau, onde chegou a beber algumas cervejas, mas não comentou com ninguém se havia tido alguma briga na cidade. Renato era solteiro. Conhecidos disseram que ele não tinha namorada.
A única confusão que Renato havia tido na cidade, segundo relatou alguns amigos, foi uma briga durante um comício político na última quarta-feira. Um rapaz, que estava entre populares, soltou um foguete e estourou perto de Simão. “Ele teve uma discussão por conta disso, mas acreditamos que sua morte não tem nada a ver com a situação. Vamos investigar as denúncias. Estamos conversando com as pessoas que estiveram com ele nos últimos dias”, disse o delegado Fábio Branquinho.
O assassinato chocou Pedregulho. O motorista Renato Simão era uma pessoa bastante conhecida por conta da profissão que exercia na cidade. Ele trabalhava transportando alunos para a prefeitura daquele município em seu ônibus particular.
Renato também já trabalhou como carcereiro. Por procedimentos administrativos ele foi exonerado do cargo há cinco anos. O delegado não quis comentar os motivos. Até o fechamento desta edição não havia sido definido o horário do sepultamento do motorista, que será no Cemitério de Pedregulho, com trabalhos da Funerária Tedesco.
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