Capacidade administrativa


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Caro Egnaldo (leia o e-mail de Egnaldo Alves Pereira em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=34860). Agradeço seus elogios e os recebo como incentivo à continuidade de meus estudos sobre os problemas da cidade e das possíveis soluções administrativas e legais. Quero tecer alguns comentários sobre trechos da mensagem enviada por você ao Comércio. Começo com as cirurgias eletivas. Deixei a sabatina acreditando não ter conseguido expor inteiramente minha proposta e peço desculpas por isso. Durante todo este ano fiz reuniões com membros da Santa Casa e também com pessoas que ocuparam cargos em administrações públicas diversas. Como ampliar os valores da tabela SUS não é algo simples, associado à diminuta atenção que o Estado pode dar às Santas Casas. Resta ao município remanejar verbas, criar fontes alternativas e enfiar a mão no bolso para solucionar esta questão. É a aplicação da máxima do saudoso André Franco Montoro, que dizia que “a pessoa mora na cidade, não no Estado ou na União”. Não pretendemos contratar cirurgiões ou ampliar a rede física, simplesmente porque a Santa Casa de Franca já tem essa capacidade instalada, fato que comprovamos através das inúmeras visitas que lá fizemos e de infindáveis reuniões. Basta contratarmos a Santa Casa por preços justos e condições honestas, para que a fila seja “saneada”. Estou à sua disposição para mostrar-lhe os números. Por fim, pode até ser que os óbitos que acontecem no “Janjão”, aconteçam também na Inglaterra, com a pequena diferença de que lá ocorre após as pessoas receberem digno e pronto atendimento, portanto, pela vontade de Deus. Aqui acontecem ou porque as pessoas ficaram na fila ou porque aguardavam a ambulância enquanto não chegava resposta de um fax mandado a homens de quem se esperam decisões e que não tomam. André Jorge Franca - SP

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