Dança, teatro e cinema de graça agitam o fim de semana em Franca


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A Cia. Discípulos do Ritmo, de São Paulo, apresenta o espetáculo de street dance Geometronomics, hoje e amanhã, às 20 horas, no Sesi
A Cia. Discípulos do Ritmo, de São Paulo, apresenta o espetáculo de street dance Geometronomics, hoje e amanhã, às 20 horas, no Sesi
De hoje até segunda-feira, a agenda está cheia de atrações culturais para todos os gostos. Além dos filmes que estrearam ontem nos cinemas de Franca (veja programação nesta página) e da exposição de gravuras e aquarelas de Guyer Salles, na secretaria do Sesi, o fim de semana será animado com a apresentação do espetáculo de dança Geometronomics, no Teatro do Sesi, e a peça teatral Homens de Papel, do Grupo Plenitude, no Teatro Municipal de Batatais. A Cia. Discípulos do Ritmo, de São Paulo, apresenta gratuitamente hoje e amanhã, às 20 horas, no Teatro do Sesi, o espetáculo de dança urbana (street dance) Geometronomics. O tema do projeto é a dinâmica das formas geométricas e rítmicas. Na segunda-feira (29), às 17 horas e 19h30, o Sesi exibe o filme O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia, que conta a história de Lourenço, protagonizado pelo ator Selton Mello. Seu trabalho é comprar objetos usados de pessoas que passam por dificuldades financeiras, o que o leva a desenvolver um jogo perverso com seus clientes, trocando a frieza da permuta pelo prazer da exploração. Incomodado com o permanente e fedorento cheiro do ralo de seu banheiro, Lourenço vê seu mundo ruir quando é confrontado pelos personagens que julgava controlar. O Sesi de Franca fica na Avenida Santa Cruz, 2870 - Vila Santa Cruz. Informações pelo telefone (16) 3721-1444. TEATRO EM BATATAIS O grupo Plenitude apresenta amanhã, às 20 horas, no Teatro Municipal de Batatais, a peça Homens de Papel, com direção de Jair Aguiar e Antônio Netto. O texto de Plínio Marcos retrata um grupo de catadores de papel, moradores de rua da cidade de São Paulo, que planeja uma revolta contra o seu explorador, comprador do lixo catado. Através desse microcosmo da sociedade, o autor estabelece uma metáfora do poder pelo poder, que aprisiona explorador e explorado a um sistema desumano de luta pela sobrevivência.

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