Para evitar que o nome seja incluído na lista negra do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), algumas dicas de disciplina e planejamento são válidas a todos os consumidores.
Para Hélio Braga Filho, professor de economia e pesquisador do Ipes (Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais) da Uni-Facef, a principal orientação é para a realização de um orçamento familiar mensal em que todas as despesas são contabilizadas. “O consumidor precisa anotar todas as despesas e gastos fixos com saúde, alimentação, contas de água, energia e aluguel”, explicou.
O economista lembra também que os consumidores precisam planejar o orçamento diante da renda líquida e não da renda bruta. “É preciso ter um controle real da situação. As pessoas não têm preocupação com taxas de juros”, disse Braga.
Aos que têm o “nome sujo”, a recomendação é negociar a dívida com o próprio credor e evitar emprestar o nome à qualquer pessoa para compras.
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