As negociações entre a Prefeitura e a Petrobras para a reforma do Posto Modelo ainda estão em andamento, mas Luciano Costa Ferreira, assessor da empresa para a região de Franca, afirmou estar ciente de que poucas partes da estrutura existente no local poderão ser utilizadas novamente.
Os tanques de armazenamento de combustíveis já foram condenados pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), e terão que ser substituídos.
As bombas de abastecimento também terão que ser trocadas, assim como a cobertura metálica do posto. “Será quase uma reconstrução, pois quase nada que está lá pode ser utilizado. Se no local existisse um terreno, o trabalho seria mais fácil do que reformar”, disse.
Durante as negociações, também será definida a maneira como o posto será administrada. “Após a reforma, vamos entrar em comum acordo com a Prefeitura para definir isso, evitando assim os erros cometidos anteriormente”, disse Ferreira.
O terreno em que o Posto Modelo está construído pertence ao município e foi cedido por 20 anos para a estatal em 1989, em troca de verbas que foram aplicadas em obras na cidade.
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