Novela da construção começou em 2005


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A construção do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franca começou a ser discutida em 2005, quando o então governador Geraldo Alckmin prometeu criar a unidade carcerária. De lá para cá, houve muitas discussões, problemas com licença e burocracia. No início de 2006, a análise da licença ambiental foi negada para a primeira área apontada para receber a unidade. O motivo foi o fato do local ser próximo ao perímetro urbano e das nascentes do Rio Canoas. Na ocasião, um abaixo-assinado foi feito por moradores vizinhos à área, que não queriam o CDP perto de suas residências. Além do problema ambiental, as ações do PCC atrapalharam as obras francanas. Com as rebeliões registradas nas cadeias em julho de 2006, a prioridade da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) passou a ser a recuperação dos presídios danificados e, conseqüentemente, a segurança dos presídios afetados. Em novembro, a Câmara Municipal aprovou a doação de outro terreno para o CDP, a 150 metros de distância do primeiro local. A licença ambiental, no entanto, só sairia em setembro de 2007 e a abertura do processo licitatório se iniciou em dezembro do ano passado. Em julho, foi a vez da empresa que havia ganhado a licitação desistir de fazer as obras. O motivo seria o custo da construção civil, que teria inviabilizado a obra. A recusa da empresa fez com que houvesse uma nova licitação, que agora está parada à espera do julgamento de um recurso.

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