A perda do bebê no oitavo mês de gestação não tirou da dona de casa Camila da Silva Andrade o desejo de ser mãe. Para superar o trauma, ela recebeu apoio de seu marido, familiares e também da igreja evangélica que freqüenta semanalmente.
Ainda no leito do hospital, Camila foi informada pela equipe médica que o feto havia falecido ainda em seu útero e que seria necessária uma cirurgia para conter a hemorragia que a acometeu. “O médico falou que seria preciso fazer uma cesárea para retirar a criança e paralisar a hemorragia, mas também garantiu que eu não teria problemas para engravidar novamente”.
Logo depois de receber alta médica, Camila procurou um especialista e, no mês de março, exames indicaram uma nova gestação. “Eu e meu marido conversamos e decidimos tentar novamente. Tudo deu certo. Agora estamos nos preparando para a chegada do bebê, que deverá acontecer entre os meses de outubro e novembro”.
A gravidez de Camila é acompanhada de perto pelos médicos do setor de Alto Risco da Secretaria da Saúde, onde passa constantemente por exames. “Ainda não deu para descobrir se será menino ou menina, mas já escolhemos os nomes. Se vier uma garotinha, será Yasmim. Se for homem, vai se chamar Daniel”.
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