Poliesportivo lota no segundo dia do Hallel


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ADORAÇÃO - Frei Mauro (à esquerda) celebra missa para fiéis na manhã de ontem, no Poliesportivo. Hallel segue continua hoje
ADORAÇÃO - Frei Mauro (à esquerda) celebra missa para fiéis na manhã de ontem, no Poliesportivo. Hallel segue continua hoje
Nem mesmo o sol forte foi capaz de abalar a fé de milhares de católicos que se reuniram ontem no Ginásio Poliesportivo para o segundo dia do 21º Hallel. Fiéis de todas as idades e oriundos de várias partes da região e até de outros Estados se espalharam por todo o ginásio para assistir à programação que reuniu muita oração e música. O ginásio se transformou num verdadeiro formigueiro, com gente andando para todos os lados. As tendas ficaram lotadas durante todo o dia. As mais procuradas eram a Capela e a do módulo de intercessão, que ontem contou com a presença do frei Mauro, que celebrou uma missa. Na Praça de Alimentação, faltou espaço para tanta gente que se apertava nas filas para comprar um lanche, água e bebidas. Para o coordenador-geral do Hallel, Silvio Camargo, esse cenário mostra o sucesso de mais uma edição do evento. “Hoje (ontem) ainda tem muita gente chegando com caravanas de vários lugares. Só esperamos mais a participação do pessoal de Franca, o que acredito que vá acontecer neste domingo”. Quem é de fora acompanhou na área de camping que reuniu mais de 3.600 pessoas. A dona de casa Maria Conceição Batista, 59, aproveitou a manhã de sábado para levar os netos para um dia de oração. “Nem lembro há quanto tempo participo do Hallel. Me traz muita paz e alegria. É muito bom”, disse. Já passava do meio-dia quando a professora Fernanda Amaral, 30, chegou ao Poliesportivo. Ela saiu na manhã de ontem de Araguari (MG) e viajou três horas até Franca só para participar do evento. “Este é o segundo ano que participo. É pela religião”, disse. Já o motoboy Matheus Donizete Rosa, 24, deixou Batatais na sexta-feira e só pretende voltar hoje. Ele participa do Hallel na companhia de dez amigos que permaneceram acampados durante toda a festa. “No Hallel, gosto principalmente da parte musical. É a chance que tenho de ver ao vivo os cantores que só conheço pelo CD”.

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