O acidente que matou a dona de casa Ângela Maria Gomides Coimbra, no trecho apelidado de “curva da morte”, na Rodovia Cândido Portinari, trouxe de volta a polêmica em torno do perigoso quilômetro 459 e a discussão das obras para reduzir o número de mortes no local. Um abaixo-assinado com mais de 4 mil assinaturas deverá ser encaminhado para as autoridades, cobrando mais empenho para solução do problema.
A lista é encabeçada pela comerciante Lindalva Ferreira da Silva, que, revoltada, pede providências. “Espero que com este abaixo-assinado as autoridades tomem alguma providência. Não aguentamos mais esta situação. Até quando isso vai ficar assim?”, disse a comerciante, moradora em Rifaina.
Com a morte de Ângela Maria Gomides, sobe para sete o número de pessoas que morreram em acidentes de trânsito na chamada “curva da morte” somente neste ano. O secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, afirmou, no mês de abril, que pretende construir um viaduto de 400 metros na curva e duplicar um trecho de 3,5 quilômetros para separar o tráfego de veículos na serra de Rifaina. As obras vão custar de R$ 20 a 25 milhões, mas ainda não têm previsão de início.
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